O equipamento que pensa em campo
Um sismógrafo convencional faz uma coisa: registra o sinal e guarda. Toda a inteligência — identificar o evento, calcular PPV e frequência, comparar com a norma e escrever o laudo — acontece depois, fora do equipamento, na mão de um especialista.
O VibraScope inverte isso. O nosso sismógrafo MarahVib 2 nasce com tecnologia embarcada e conexão nativa ao VibraScope: assim que capta, o sinal já entra no fluxo do Sismo.AI, que detecta o evento no instante em que ele ocorre, filtra o ruído e estrutura tudo conforme as normas. O dado não nasce “cru” esperando análise — ele nasce interpretado.
Na prática, isso significa decisões em minutos em vez de dias, consistência entre todos os registros e a possibilidade de aplicar limites próprios por obra, receptor ou estrutura — algo inviável quando cada análise depende de planilha e trabalho manual.
Remoto vence o convencional
No modelo convencional, o equipamento fica isolado no canteiro. Para saber o que aconteceu, alguém precisa ir até lá, baixar os arquivos e levá-los para análise. Entre o evento e a resposta, podem passar dias — e nesse intervalo a obra segue gerando risco sem ninguém saber.
No modelo remoto, o VibraScope transmite tudo em tempo real para a nuvem. Você vê o que está acontecendo agora, recebe alertas no momento em que um limite é atingido e age antes de o problema escalar — protegendo estruturas, pessoas e o cronograma da obra.

